Para quem gosta de ler romances de outros tempos, sob a catalogação fantasia / fantástico, partilho convosco a história que escrevo neste momento: Sob a marca do dragão. Não entro em pormenores sobre a história; deixo apenas o convite para a lerem capítulo a capítulo numa página do Facebook: http://www.facebook.com/pages/Estorias-e-Historias/146571018705971?ref=mf
O mêmori diz que «o enredo da história, as personagens, os locais, alimentam-nos a imaginação com detalhes de uma época cheia de fantasia onde o Amor domina a morte e faz salientar o que de melhor o ser Humano tem para dar».
Vou publicando conforme for saindo da forja!
Agradeço os comentários e faço votos de boas leituras!
Sinopse:
Este livro apresenta os principais métodos em uso, seus fundamentos teóricos e princípios nos quais se baseiam as pesquisas que comprovam sua eficácia, suas indicações e contra-indicações, bem como suas técnicas e aplicações nos diferentes transtornos psiquiátricos e situações clínicas.
Mesmo não sendo muito extenso a nível da quantidade de psicoterapias apresentadas, este livro apresenta diversos tratamentos psicoterápicos em profundidade. Muito bom!
«Nenhum problema pode ser resolvido pelo mesmo estado de consciência que o criou. É preciso ir mais longe. Penso 99 vezes e nada discuto. Deixo de pensar, mergulho num grande silêncio e a verdade me é revelada. O ser humano é parte de um todo chamado por nós universo. Uma parte limitada no tempo e no espaço. E ele, o ser humano, experimenta a si próprio, seus pensamentos e sensações como coisas separadas do resto, uma espécie de ilusão de óptica da consciência.»
«Um êxito de livrarias, sete edições desde Maio de 2003.Um livro que o ajuda a cuidar da sua auto-estima, a lidar com as circunstâncias do dia-a-dia, a enfrentar críticas e rejeições; numa palavra, que o ajuda a assumir uma atitude activa na vida, nunca se sentindo inferior aos que o rodeiam. Olga Castanyer, psicóloga e excelente comunicadora, define conceitos, dá exemplos práticos, explica a aplicação de técnicas, e aborda a educação para a auto-afirmação.Um livro acessível e muito útil.»
Uma leitura simples e prática! Com diversos exercícios para ir colocando em prática o treino da sua assertividade!
Tabela de direitos assertivos listados pela autora:
1. O direito a ser tratado com respeito e dignidade.
2. O direito a ter e expressar sentimentos e opinões próprias.
3. O direito a ser escutado e tomado a sério.
4. O direito a julgar as minhas necessidades, estabelecer as minhas prioridades e tomar as minhas próprias decisões.
5. O direito a dizer "NÃO" sem sentir culpa.
6. O direito a pedir o que quero, consciente de que também o meu interlocutor tem direito a sizer "não".
7. O direito de mudar.
8. O direito de cometer erros.
9. O direito de pedir informação e de ser informado.
10. O direito a obter aquilo que paguei.
11. O direito a decidir não ser assertivo.
12. O direito a ser independente.
13. O direito a decidir o que fazer com os meus bens, corpo, tempo, etc., desde que não viole os direitos dos outros.
14. O direito a ter êxito.
15. O direito a gozar e a desfrutar.
16. O direito ao meu descanso, isolamento, sendo assertivo.
17. O direito a superar-me, ainda que superando os outros.
De volta de rascunhos antigos... bem antigos, encontrei umas notas de 2004 sobre este tema e porque já esta semana foi debatido o assunto em Educacional, achei que nunca é demais relembrar...!
Crianças...
Gosto de manter uma certa distância, mas gosto imenso desses pequenos seres-maravilha que despertam o melhor que há em mim e me tornam menina de novo.
Onde deixámos essa inocência deliciosa que perfuma cada questionamento, cada brincadeira? Onde deixámos essa vontade incansável de aprender e perscrutar o novo e o desconhecido? Quando começámos a erguer esses muros altos que limitam os nossos horizontes e colocam fronteiras entre nós e os outros?
As crianças não têm medo do contacto físico e deliciam-se com cada carinho que dão e recebem. Quanta falta nos faz esse contacto mais próximo com o outro? Quanta falta nos faz o toque?...
Mesmo não sendo necessário para darmos um pouco de nós àqueles com quem nos cruzamos, mesmo não sendo necessário para comunicar aquilo que sentimos ou pensamos não verbalmente, o toque passa muito mais do que julgamos ou procuramos racionalizar. O toque é carinho, é amor, é calor humano, é energia, é dádiva, é troca... é essencial na vida de um pequeno ser. Um simples abraço pode ser reparador, pode passar ao outro uma alegria tamanha...
As crianças não têm receio de mostrar o que sentem através de carinhos ou palavras. Quanta falta nos faz expressar o que sentimos pelo mundo ou ouvir o que o mundo tem a nos dizer? É verdade que dizemos e ouvimos através de muitas formas de linguagem e todas elas são importantes, mas estaremos realmente a expressá-lo? Sabe tão bem dizer ao mundo o que nos vai na alma, mostrar ao mundo a imensa alegria e amor que sentimos pelas pequenas coisas que preenchem as nossas vidas! Por vezes é mais fácil dizer à lua que tinha saudades de a olhar ou dizer ao cão que gosto imenso dele (neste momento, aos gatos) do que dizer aos amigos que sinto falta das nossas conversas e de lhes dar carinho...
Porque cá em casa gostamos de distribuir abracinhos e é sempre importante dizermos o que nos vai na alma, partilho convosco o video abaixo.
«David Lieberman é um mestre na exploração em Psicologia. Usando as mais recentes descobertas sobre o comportamento humano, as suas obras reúnem as tácticas pscológicas mais eficazes para tornar a vida mais fácil e agradável porque lidam de forma revolucionária com as relações interpessoais e a comunicação, e explicam passo a passo como evitar ser manipulado e enganado. Baseado em técnicas de hipnose e de pesicolinguística, esta obra vai ensiná-lo a perceber quando alguém lh está a mentir, e fornece-lhe ainda um conjunto de técnias para descobrir a verdade que lhe escondem.»
Esta é a sinapse deste livro, em que "tropecei" na semana passada numa Feira do Livro por 5 euros! Devo dizer que o tema de agrada, pois leva-nos numa suave viagem pela leitura da linguagem corporal e das expressões faciais humanas. Para quem gosta do tema, ou para quem gosta de séries como "Lie to Me" ou "O Mentalista" (esta mais de entretenimento), recomendo-o sem dúvida.
Para os colegas psicólogos e hipnoterapeutas, que sabem como esta leitura é importante em qualquer sessão, desde o momento da anamnese, para perceber pontos chave do tema que nos é apresentado, até ao transe, para perceber como as sugestões são recebidas pelo sujeito. De uma forma geral, são as nossas capacidades de escuta e observação que nos vão ajudar a "ler" tudo aquilo que nos é comunicado (de forma verbal e não verbal) e aquilo que não o é!
«Ajuda a tratar problemas de origem psicológica e psicossomática e tem vindo a ganhar cada vez mais adeptos.
A hipnoterapia é uma ciência que embora ainda não tenha sido reconhecida pela Ordem dos Médicos, é cada vez mais aplicada como terapêutica. A prática desta ciência está regulamentada no nosso país pela Associação de Hipnose Clínica de Portugal, que estabeleceu um código de ética para os seus membros de forma a garantir a qualidade na prática desta terapia.
Hipnose e Hipnoterapia
Hipnoterapia pode também ser designada hipnose clínica, ou seja, uma terapêutica que se faz com o auxílio da hipnose. Sofia Morgado, formada em Hipnoterapia, distingue ainda que a hipnose “não é o tratamento em si, mas sim um estado de relaxamento psicológico, que vai ajudar o paciente a lidar com o problema”.
As técnicas utilizadas no tratamento hipnótico variam de caso para caso, consoante o problema apresentado e o historial do paciente. “O especialista trabalha com os elementos que o paciente fornece e a conversa inicial é muito importante: não só porque informa o paciente como tudo se processa, mas também porque o ajuda a relaxar”, explica.
A hipnoterapia trabalha a informação alojada no subconsciente e aplica técnicas comportamentais, cognitivas e analíticas. A regressão de memória é um bom exemplo já que, de acordo com Sofia Morgado, “como técnica analítica só é utilizada quando necessário, ao contrário do que muitos possam pensar, sendo apenas uma das várias técnicas usadas”.
Problemas psicológicos
Utilizada, sobretudo, no tratamento de problemas de origem psicológica e psicossomática como perturbações de ansiedade (fobias, actos de pânico, etc.), controlo de hábitos (tabaco, comida, etc.), dor psicológica, ansiedades de performance (falar em público, performance sexual, desportiva, etc.), a hipnoterapia procura “ajudar a pessoa a colocar o foco da sua atenção num outro aspecto que não o seu problema”.
“Por exemplo, no caso de uma dor dentes, não fazemos a dor desaparecer, ela está lá, mas tornamo-la mais tolerável desviando a sua atenção”, explica Sofia Morgado que desmistifica ainda a ideia de que uma consulta é suficiente para o tratamento. “Pode eventualmente acontecer, mas é um tipo de terapêutica que exige um trabalho continuado. Infelizmente, nós, hipnoterapeutas, não andamos com varinhas mágicas nas malas, nem fazemos milagres, ao contrário do que muitos possam pensar. As coisas têm de ser trabalhadas a dois”.
Saber escolher o especialista
“Como em todas as áreas profissionais, há sempre formas de estar diferentes”, alerta a hipnoterapeuta que diz ainda que o mais importante, na hora de escolher o profissional, é “pedir referências, falar com o hipnoterapeuta antes de iniciar o tratamento e estar atento ao seu discurso”.
Ainda assim, segundo Sofia Morgado, que trabalha na área de Lisboa (Espaço Anima, em Alvalade e Clínica Dr. Fernando Figueiredo, nos Anjos) a forma mais segura de seleccionar quem o vai seguir, é consultar a lista de associados a Associação de Hipnose Clínica de Portugal. “São hipnoterapeutas que estão aptos e que seguem o código ético da profissão”. »
Alguém de quem costumo receber email com informação relevante a que procuro estar atenta, enviou-me um email a que senti vontade de responder. E digo isto porque muitas vezes recebo emails deste tipo, que pura e simplesmente ignoro. Talvez por confiar no discernimento desta pessoa (embora pelo que dela leio apenas) e compreender o motivo da sua indignação, acabei por escrever o que pensava.
E pensei em partilhar aqui a minha opinião...
Este foi o email que rcebi:
«Obrigatório ler o comentário deste homem (já nem me digno a chamá-lo senhor).... Arre Burro !
Alguns motivos de verdadeiro orgulho pátrio
Miguel Sousa Tavares
8:00 Segunda-feira, 19 de Out de 2009
1. A portaria 1226/2009 acaba de frustrar o meu sonho de viver com um casuar, um manatim ou até um monstro-de-gila. A portaria, aliás, veda o meu direito constitucional a comprar numa loja uma baleia ou mesmo "outros cetáceos". Atenta ao bem-estar dos animais, a portaria até me proíbe de coabitar com centopeias compradas em loja - embora não proíba as que entram pelos canos e se tenha esquecido de estender a proibição a baratas, formigas e outros animais domésticos. Ah, e esqueceu-se de proibir os camelos e outros dromedários, os quais podem assim actuar nos circos - de onde ficarão banidos elefantes, leões, tigres e outros felinos, ursos, lobos, otárias (acho muito bem), hipopótamos, rinocerontes, pinguins, cobras várias, aligators e escorpiões. E varanos. Sim, varanos.
Mas a sábia portaria (resultado do lóbi da Associação Animal - a mesma que há uns anos fez apresentar no parlamento uma lei que visava controlar as 'condições psicológicas' em que viviam os animais domésticos, bem como o seu acesso aos transportes públicos, entre outros mimos do género), também proíbe a reprodução daqueles animais em cativeiro. Como bem nota o proprietário circense Miguel Chen, não estão porém disponíveis na praça preservativos para os tigres, o que vai implicar que o ministro, ou alguém que o represente dignamente, se afoite a fazer cumprir a lei, interpondo-se entre tigres e tigresas, em plena época de cio: vai ser um número a não perder, num circo próximo de si.
Eis mais um retumbante triunfo da cultura urbana, moderna e civilizada. Porque o fundo da questão está no que diz Victor Hugo Cardinali - um honrado nome de uma família que tem feito sonhar gerações e gerações de crianças, com os seus tigres, leões e elefantes, saídos da televisão e dos joguinhos de computador para a tenda do circo: "Eu também posso fazer algo como o Cirque du Soleil, para os intelectuais de Lisboa e do Porto. Mas experimentem levar isso a Portalegre e eles vão perguntar 'que porra é essa?'". É contra este Portugal da porra que em boa hora surgiu a portaria a defender as centopeias, os aligators e também, já me esquecia, os nandus e os crotalos.
Somos assim o primeiro país da Europa a proibir as espécies 'exóticas' ou 'selvagens' nos circos. É motivo de orgulho pátrio: em alguma coisa somos, afinal, os primeiros. Mesmo que estejamos a criar uma geração de criancinhas a quem ensinam que só os 'maus' dos caçadores é que matam animais e que julgam que todos os outros animais morrem de morte natural e que os bifes nascem na horta, junto com as alfaces e as salsichas, e que a galinha não tem filhinhos destinados ao churrasco, mas apenas produz ovos e já estrelados.»
E a minha opinião e resposta é esta:
Como com tudo e todos os textos escritos ou falados, ficamos perante o copo meio cheio ou meio vazio. O que queremos realmente ler ou ouvir num discurso?
Neste texto, leio sobre a falta de coerência e não o insurgimento de alguém contra uma lei que vai defender os direitos dos animais. E a falta de coerência, infelizmente, existe em muito humano - pois não quero incorrer no risco da generalização dizendo que existe NO ser humano.
A criação de uma lei que defende os direitos dos animais é importante, mas quem escolhe que animais ela visa? Uma lei que impede a exploração dos animais no circo é importante; uma lei que impeça a criação de animais domésticos com fins comerciais ou outros que tais, é importante... e outras mais o serão, como uma lei que vise a adopção dos animais que aguardam por um lar em tantos canis, associações e ruas, em detrimento da sua compra numa loja.
Mas e os animais que são vendidos já mortos nas lojas e supermercados? As crianças que gostam dos animais e não percebem porque não os vêm mais no circo, são aquelas crianças que não percebem que aquilo que eles fazem no circo não é natural para aquelas espécies e que eles estão enjaulados; são aquelas mesmas crianças que nunca aceitariam comer o coelhinho que viram crescer lá em casa ou no quintal, mas se ele vier do supermercado, não percebe que um dia ele já foi como o outro.
Sem radicalismos (não me consigo ver e nem sentir nessa posição), mas sem falsos moralismos também!
Não é que não se deva fazer, pouco a pouco, aquilo que conseguimos ou aquilo apenas em que acreditamos - e viva a diferença! Mas por vezes certas medidas servem, em alguma parte de nós, para desculpar as nossas incongruências.
Não sou contra nem a favor deste homem, nem gosto nem desgosto dele, aliás nem o conheço e nem vejo televisão, o que me poderia levar a pensar que sim! Mas não leio aqui mais do que um texto sobre a falta de coerência do Homem!
Neste aniversário, a prenda que a minha mãe me deu trazia um poema, que dizia assim...
"Se me disseres que me amas, acreditarei.
Mas se escreveres que me amas,
acreditarei ainda mais.
Se me falares da tua saudade, entenderei.
Mas se escreveres sobre ela,
eu a sentirei junto contigo.
se a tristeza vier a te consumir e me contares,
eu saberei. Mas se a descreveres no papel,
o seu peso será menor."
...e assim são as palavras escritas:
possuem um magnetismo especial,
libertam, acalentam, invocam emoções.
Elas possuem a capacidade de, em poucos minutos, cruzar mares,
saltar montanhas, atravessar
desertos intocáveis.
Muitas vezes, infelizmente, perde-se o
autor, mas a mensagem sobrevive ao
tempo, atravessando
séculos e gerações.
Elas marcam um momento que será
eternamente revivido
por todos aqueles que a lerem.
Viva o amor com palavras faladas e escritas.
Mate saudades, peça perdão, aproxime-se.
Recupere o tempo perdido, insinue-se.
Alegre alguém, ofereça um simples "bom dia".
Faça um carinho especial.
Use a palavra a todo instante,
de todas as maneiras.
Sua força é imensurável.
Lembre-se sempre do poder das palavras.
"Quem escreve constrói um castelo,
e quem lê passa a habitá-lo."
(Autor Desconhecido)
Falta dizer que a prenda foi mais uma fada para a minha "colecção", que pela sua envergadura pode bem ser a rainha das fadas!
Brilhe ou não lá fora, faça o sol brilhar dentro de si!
À semelhança do que se passa no mundo lá fora, também dentro de si brilha um sol. Um sol magnífico, esplendoroso, cheio de energia e calor para irradiar.
O sol lá fora, quando surge com mais força, é fonte de energia, força, motivação para sair, se expressar, comunicar, fazer. Quando o tempo está mais escuro, mais facilmente se instalam as depressões e pode haver menos motivação e força de vontade.
O sol interior também traz esta força, energia e motivação. É o fogo que nos leva a sair, interagir, fazer, dançar, cantar, sorrir. Aí reside um enorme potencial, residem, entre outros recursos, a segurança, a tranquilidade e o bem estar. Mas tal como lá fora, por vezes as nuvens mais densas não deixam ver a sua luz.
Cá dentro, tal como lá fora, as nuvens ameaçam chuvas e tempestades, umas mais, outras menos. As nuvens internas são os pensamentos (mente racional) e eles estão sempre lá, quase companheiras fiéis do céu azul tranquilo… No entanto, estas nuvens podem ser como aquelas lá fora, rarefeitas ou até mesmo nuvens brancas e fofas, que compõem qualquer cenário, dando-lhe um toque final de beleza, harmonia e equilíbrio, ou podem ser como aquelas nuvens mais densas e escuras, que deixam tudo imerso em escuridão.
Os pensamentos estão sempre presentes, mas que tipo de pensamentos? Daqueles que dão luz e cor ao estado de equilíbrio natural (que lhe é intrínseco) ou daqueles que ensombram e assombram o seu bem-estar?
Nome: Sofia Morgado Nascimento: 8 Out 1974 O que mais gosto de fazer: ler, escrever, namorar, pintar, aprender, rir, sorrir, fotografar, passear no meio da natureza, estudar os domínios da mente humana... não necessariamente nesta ordem O que menos gosto de fazer: esta é difícil... hmmm... ter de me reger por horários que não os meus, ser pressionada