Sábado, 31 de Julho de 2010
Domingo, 25 de Julho de 2010
«Nenhum problema pode ser resolvido pelo mesmo estado de consciência que o criou. É preciso ir mais longe. Penso 99 vezes e nada discuto. Deixo de pensar, mergulho num grande silêncio e a verdade me é revelada. O ser humano é parte de um todo chamado por nós universo. Uma parte limitada no tempo e no espaço. E ele, o ser humano, experimenta a si próprio, seus pensamentos e sensações como coisas separadas do resto, uma espécie de ilusão de óptica da consciência.»
Albert Einstein
Quarta, 10 de Março de 2010
Bem... tive de fazer uma reposição de backup, pelo que perdi algumas publicações por aqui. Paciência!
Voltando à carga!
Votos de um doce dia de SOL!
Quarta, 5 de Agosto de 2009
Já está livre o caminho?
No final do mês de Maio passado tivemos a oportunidade de observar como é feita a recolha do mel na cresta. Claro que a máquina me acompanhou durante o processo! Não vimos de facto a recolha das alças no campo (isso já tinha sido), apenas a recolha do mel dos quadros (à noite). Mas antes da noite chegar ainda tive a oportunidade de vestir um fato emprestado e espreitr mais de perto as colmeias mais próximas.
Ora aqui atrás de mim estão umas quantas...
Aproximei-me, toda equipada, para tirar umas fotos mais de perto...
Mas elas "seguiam", segundo percebi, as hormonas dos abdomens presos ao fato, de picadas durante a cresta (felizmente não era eu que estava dentro dele!). Procurei que o meu corpo encostasse o menos possÃvel no fato, pois tinha pouco tecido por baixo e avisaram-me que as
maganas conseguem picar por cima. Safei-me só com duas picadas, mas esse simples conhecimento levou-me a fugir um pouco mais delas.
Enquanto as alças estiveram na melaria, as abelhas eram atraÃdas pelo mel e queriam entrar a todo o custo...
À noite assistimos então à recolha do mel. Os quadros eram retirados das alças...
... os favos eram libertados dos quadros com uma espécie de garfo...
... e retirados com uma faca...
... sendo então colocados numa centrifugadora para extrair o mel...
... recolhido...
o doce lÃquido...
E no meio de toda esta azáfama...
... as abelhas ainda pareciam reunir-se perto de nós, talvez conjurando algum acto desesperado contra os vis ladrões do seu precioso lÃquido...
Aprendem-se sempre umas coisas curiosas. Essas ficam para segundas núpcias!
Para saberem um pouco mais sobre todo o processo, cliquem aqui.
Domingo, 2 de Agosto de 2009
Já faz duas semanas que este amiguinho apareceu no nosso quintal. Tanto que ele miava chamando por alguém. Tinha medo, mas assim que permitia a nossa proximidade enrolava-se em mimos e turrinhas. Notou-se logo de inÃcio que estava habituado a afectos, colo e casa, pois seguia-nos logo para não lhe fecharmos a porta. Fomos, à semelhança de outros felinos na vizinhança, partilhando mimo e comida e, desde então, foi ficando. Mas enquanto o bigodes, que já mencionei antes, vem e vai, este ficou residente, até dormir, ele dormia por cá. Resumindo e concluindo, temos mais um amiguinho, este fica a tempo inteiro e foi ganhando um pouco mais de terreno, mas continua a ser filho da terra, pelo que quando quiser vai e quando quiser vem.
Gosta de mimo, companhia e brincadeira! E faz questão de se vir deitar ou brincar ao pé de nós até quando estamos no computador!
É o nosso amigo Tufas (derivado às pantufas brancas que calça)!
Continuamos a achar que foi "despejado" no nosso quintal. O que nos leva a pensar como nesta altura do ano isto deve ser mais comum... Não devia acontecer de todo. Deixa-nos tristes!
Sexta, 24 de Julho de 2009
Vale a pena a leitura!
Por Antoine de Saint-Exupéry,
in Terra dos Homens:
As carruagens-camas estavam vazias. Vazias estavam as carruagens de primeira. Mas as carruagens de terceira abrigavam centenas de operários polacos despedidos de França e que regressavam à sua Polónia. E eu percorria os corredores de ponta a ponta passando por cima dos corpos. (...) Todo um povo mergulhado em pesadelos e que regressava à sua miséria. (...)
E eis que eles me pareciam ter perdido parte da sua condição humana(...)
Uma criança mamava numa mãe tão cansada que parecia adormecida. A vida transmitia-se no absurdo e na desordem dessa viagem. Eu considerei o pai. Um crânio pesado e nu como uma pedra. Um corpo curvado no sono desconfortável, comprimido no fato de trabalho, feito de altos e baixos. O homem fazia lembrar um montão de argila. Assim, despojos informes carregam à noite os bancos dos mercados. Eu pensei: o problema não reside de maneira alguma nesta miséria, nesta imundÃcie, nem nesta fealdade. Mas este mesmo homem e esta mesma mulher um dia conheceram-se e o homem certamente sorriu à mulher e por certo depois do trabalho trouxe-lhe flores. TÃmido e desajeitado, tremia talvez à ideia de se ver repelido. A mulher, porém, por garridice natural, a mulher segura de sua graça, divertia-se porventura a inquietá-lo. E o outro, que hoje não é mais que uma máquina de cavar ou de martelar, experimentava desse modo uma angústia deliciosa no coração. O mistério está em que eles se tivessem tornado nestes volumes de argila. Em que terrÃvel molde foram metidos e por ele marcados como por uma máquina de embutir? Um animal envelhecido conserva a sua graça. Por que razão este belo barro humano se estragou?
E eu prossegui na minha viagem por entre este povo cujo sono era torvo como um prostÃbulo.(...)
Sentei-me diante de um casal. Entre o homem e a mulher, o filho, bem ou mal, aninhara-se e dormia. Mas a dormir voltou-se e o seu rosto surgiu-me à luz da lampadazinha. Ah! que rosto adorável! Nascera daquele casal uma espécie de fruto dourado. No meio dessa grosseira manada nascera esse prodÃgio de encanto e de graça. Debrucei-me sobre essa fronte lisa, sobre esse doce trejeito dos lábios, e disse de mim para mim: eis o rosto de um músico, eis Mozart criança, eis uma bela promessa de vida. Os prinicpezinhos das histórias em nada se diferenciavam dele: protegido, resguardado, instruÃdo, que não poderia ele vir a ser! Quando, por mutação, nasce nos jardins uma nova rosa, eis que todos os jardineiros se comovem. Isolam a rosa, cultivam a rosa, protegem-na. Mas para os homens não há jardineiro algum. Como os demais, Mozart menino será marcado pela máquina de embutir. Mozart fará as suas alegrias mais altas da música de pacotilha, na fedorentina dos cafés-concerto. Mozart está condenado.
E regressei à minha carruagem. E ia dizendo de mim para mim: estas pessoas quase não sentem a sua sorte. E aqui não é a caridade que me atormenta. Não se trata de nos enternecermos por causa duma chaga eternamente reaberta. Aqueles que a têm não a sentem. Quem é ferido aqui, quem é lesado, é qualquer coisa como a espécie humana e não o indivÃduo. Creio pouco na piedade. O que me atormenta é o ponto de vista do jardineiro. O que me atormenta não é de modo algum aquela miséria, onde afinal de contas nos instalamos do mesmo modo que na preguiça. Gerações de orientais vivem na imundÃcie e folgam com isso. O que me atormenta não são aquelas covas, nem aquelas bossas, nem aquela fealdade. É um pouco, em qualquer desses homens, Mozart assassinado.
Só o EspÃrito, quando sopra sobre a argila, pode criar o Homem.
Terça, 21 de Julho de 2009
Por Antoine de Saint-Exupéry,
in Terra dos Homens:
... aquilo que dá sentido à vida dá sentido à morte.
Tão suave é ela quando está na ordem natural das coisas, quando o velho aldeão de Provença, no termo do seu reinado, confia aos seus filhos o seu quinhão de cabras e oliveiras, a fim de que estes o transmitam por seu turno aos filhos dos seus filhos. Só existem meias mortes numa linhagem aldeã. Cada existência abre-se por sua vez como uma vagem e faz cair as sememntes.
Duma vez estive em contacto com três camponeses diante do leito de morte de sua mãe. E, na verdade, era doloroso. Pela segunda vez era cortado o cordão umbilical. Pela segunda vez um nó se desfazia: aquele que liga uma geração à outra. Esses três filhos viam-se sós, tendo de aprender tudo, privados duma mesa familiar onde se reunissem nos dias de festa, privados do pólo onde todos se juntavam. Mas eu também via, nessa ruptura, que a vida pode ser concedida pela segunda vez. Também eles, esses filhos, por seu turno, se tornariam chefes de fila, pontos de reunião e patriarcas, até à hora em que passariam por sua vez o comando a essa ninhada de miúdos que estavam brincando no pátio.
Eu considerava a mãe, essa velha aldeã de rosto sereno e austero, de lábios cerrados, de rosto transformado em máscara de pedra. E notava-lhe semelhanças com o rosto dos filhos. Essa máscara servira para imprimir os rosots deles. Esse corpo servira para imprimir os seus corpos, esses belos exemplares de homes. E ela agora repousava quebrada, mas como casca donde se tirou o fruto. Por sua vez, filhos e filhas, com a sua carne, imprimiriam filhos de homens. Na fazenda não se morria. A mãe é morta, viva a mãe!
Triste, sim, mas tão simples essa imagem da descendência, abandonando um a um, pelo caminho, os belos despojos de cabelos brancos, em marcha não sei para que verdade, através das suas metamorfoses.
Por isso é que, essa mesma tarde, o sino dos mortos da pequena aldeia de camponeses me pareceu carregado, não de desespero mas de alegria discreta e doce. Ele que celebrava com a mesma voz os enterros e os baptizados, novamente anunciava a passagem duma geração à outra. E apenas sentÃamos uma grande paz ao ouvir cantar esses esponsais duma pobre velha com a terra.
Aquilo que assim se transmitia de geração em geração, com o vagaroso progresso do crescimento duma árvore, era a vida, mas também era a consciência. Que misteriosa ascensão! Oriundos somos duma lava em fusão, duma massa de estrela, duma célula viva germinada por milagre, e a pouco e pouco nos fomos elevando até escrevermos cantatas e pesarmos vias lácteas.
A mãe não transmitira a vida apenas: ensinara a seus filhos um idioma, confiara-lhes uma bagagem tão lentamente acumulada no decorrer de séculos: o património espiritual que a ela própria fora cometido, esse pequeno quinhão de tradições e de mitos que constitui toda a diferença que distingue Newton ou Sheakespeare do bruto das cavernas.
Quarta, 15 de Julho de 2009
Por Antoine de Saint-Exupéry,
in Terra dos Homens:
A verdade para o homem é aquilo que faz dele um homem.
(...)
Para compreender o homem e as suas necessidades, para o conhecer naquilo que ele tem de essencial, não é preciso opor uma à outra a evidência das vossas verdades. Sim, tendes razão. Todos vós tendes razão. A lógica tudo demonstra. Tem razão até aquele que atribui aos corcundas as calamidades do mundo. Se declararmos a guerra aos corcundas, em breve aprenderemos a ficar enraivecidos. Vingaremos os crimes dos corcundas. E por certo os corcundas também cometem crimes.
Para tentar distinguir o essencial é forçoso esquecer momentaneamente todas as divergências que, uma vez admitidas, arrastam todo um Alcorão de verdades inabaláveis e o fanatismo que delas decorre. Os homens podem ser divididos em homens da direita e em homens da esquerda, em corcundas e não corcundas, em fascistas e democratas, e tais classificações são inaceitáveis.
Mas a verdade, vós o sabeis, é aquilo que simplifica o mundo e não o que gera o caos. A verdade é a linguagem que liberta o universal. Newton não "descobriu" nenhuma lei po muito tempo dissimulada à maneira da solução de um enigma: Newton pôs em efeito uma operação criadora. Criou uma linguagem que pudesse expressar simultaneamente a queda de uma maçã num prado, ou a ascensão do Sol. A verdade não é de forma nenhuma o que demonstra: é aquilo que simplifica.
Para que serve disctuir ideologias? Se elas todas se demonstram, também todas elas se contrariam, e tais discussões fazem desesperar da salvação do homem. Mesmo porque o homem manifesta, por toda a parte, as mesmas necessidades.
(...)
Todos, mais ou menos vagamente, sentem a necessidade de despertar para a vida. Mas há soluções enganadoras. Podemos com certeza animar os homens vestindo-lhes uniformes. Nesse caso entoarão seus cânticos de guerra e partirão seu pão entre camaradas. Terão achado aquilo que procuram, ou seja, o gosto do universal. Mas desse pão que lhes é oferecido vão eles morrer.
(...)
Aquele que perde a vida em prol dos progressos cientÃficos ou da cura das doenças, esse serve a vida, ao mesmo tempo que morre. Talvez seja belo sacrificar a vida pela expansão dum território, mas hoje em dia a guerra destrói aquilo que pretende beneficiar. Hoje já não se trata de sacrificar um pouco de sangue para vivificar toda uma raça. A guerra logo que seja praticada com o avião ou com a iperite, não passa de sangrenta cirurgia. Cada qual instala-se ao abrigo dum muro de cimento, cada qual, à falta de melhor, lança noite após noite esquadrilhas que torpedeiam o outro nas entranhas, lhe fazem explodir os centros vitais, lhe paralisam a produção e o comércio. A vitória pertence ao derradeiro a apodrecer. E os dois adversários apodrecem juntamente.
(...)
Para quê odiarmo-nos? Solidários somos, transportados pelo mesmo planeta, tripulação da mesma nave. E se é bom que as civilizações se defrontem a fim de fomentarem sÃnteses novas, monstruoso é elas devorarem-se mutuamente.
Já que, para nos libertar, basta ajudarem-nos a tomar consciência duma finalidade que uns aos outros nos ligue, melhor é procurá-la onde ela a todos nos une. O cirurgião que efectua uma visita não dá ouvidos aos lamentos daquele que ausculta: o que por seu intermédio pretende curar é a Humanidade. O cirurgião fala uma linguagem universal. E também o fÃsico, quando medita nessas equações quase divinas por meio das quais vai penetrando ao mesmo tempo no átomo e na nebulosa. E assim até ao simples pegureiro. Aquele que com singeleza guarda uns carneiros à luz das estrelas, contanto que tome consciência do seu papel, descobre que é mais que um servo. É uma sentinela. E qualquer sentinela é responsável pro todo o império.
Julgais que aquele pegureiro não deseja tomar consciência? Visitei na frente de Madrid uma escola, instalada numa colina a quinhentos metros das trincheiras, atrás dum pequeno muro de pedras. AÃ, um cabo ensinava Botânica. Decompondo por suas mãos os frágeis órgãos duma papoila, atraÃa a si uns peregrinos barbudos que se libertavam dos lamaçais arredores e a despeito dos obuses subiam em romagem na sua direcção. Uma vez dispostos ao redor do cabo, ouviam-no, sentados de pernas cruzadas, de punho no queixo. Franziam os sobrolhos, cerravam os dentes, não percebiam grande coisa da lição, mas haviam-lhes dito: "Vocês são uns bichos, há pouco saÃdos das tocas; é preciso irem ao encontro da Humanidade!" - e eles com os seus passos pesados apressavam-se a alcançá-la.
Quando tomarmos consciência do nosso papel, mesmo do mais apagado, só então nos sentiremos felizes. Só então poderemos viver em paz e morrer em paz, pois aquilo que dá sentido à vida dá sentido à morte.
Terça, 30 de Junho de 2009
You Are a Doer
You are primarily concerned with what is actual. You tend to be a practical person.
You love to stay busy, and you are always immersed in projects.
You are in touch with your senses, and you enjoy indulging them. You're likely a crafter of some sort.
You crave different sensations in life, whether it's working with your hands, playing sports, or eating your favorite meal.
Costumo dizer que sou uma fazedora, gosto de sonhar, gosto de apreciar o colorido da vida e dar colorido ao meu mundo, mas sou uma sonhadora prática - definitivamente uma fazedora (já disse que gosto de inventar palavras?)!
Se alguém me explica algo que não sei, prefiro ser eu a fazer para poder aprender. Para aprender um caminho, tenho de o percorrer eu. Se explico algo a alguém começo por dizer como se faz e deixo que a pessoa faça, mas se começa a demorar muito tempo ou levantar problemas, prefiro fazer que é mais rápido, do que ficar de braços caÃdos à espera que se desenvencilhe! Pois... mas tenho de me conter muito para não o fazer.
E gosto, de facto, de estar a fazer coisas! Adoro inventar novos projectos, envolver-me na sua produção, nos detalhes ao longo do caminho... de forma prática, claro está!
De forma que, este teste... passou no teste!
Jokas!
Segunda, 15 de Junho de 2009
Bem... nestes dias de mini-férias, em que queria aproveitar para fazer tanta coisa também no computador, este teima em me mostrar o ecrã azul da morte!!
Oooh... soopky!
Andei de volta dele e dos
recovery points , mas posso dizer que correu bem.
Após esta ciranda, acabei de tropeçar neste documento que me parece poder ser útil, pelo que o partilho...
Terça, 2 de Junho de 2009
«Ser zen é ser ativo. Caminhar com leveza, mas com certeza. Auxiliar quem precisa, no que precisa e não no que se idealiza.
Ser zen é ser simples.
Ser zen é fluir com o fluir da vida. Sem drama ou complicação. Na hora de comer, come comendo, sem ver tv, sem falar desnecessariamente.
Ser zen é ser livre e saber os seus limites.
Ser zen é servir, cuidar, respeitar e compartilhar.
Ser zen é acolhimento.
Ser zen é morrer... Para a dualidade, para o falso, a mentira, a iniquidade.
Ser zen é renascer a cada instante.
Ser zen é ser simplesmente quem somos e nada mais. É ser a respiração que respira em cada ação. É fazer meditação, sentar-se para uma parede, olhar para si mesmo. Encontrar suas várias faces, seus sorrisos, suas dores. É entregar-se ao desconhecido aspecto do vazio. Não ter medo do medo.
Ser zen é estar presente. Aqui, neste mesmo lugar.
Quando? Agora, neste instante.
Ser zen é ser Tempo.
Ser zen é ser Existência.»
Monja Coen, in Sempre Zen : aprender, ensinar e ser (p. 14-15)
São Paulo : Publifolha, 2006
Citação:
Manoel
Imagem:
dreamstime
Segunda, 13 de Abril de 2009
«Estar activo em tranquilidade e tranquilo em actividade"
Citação:
Revista Bons Fluidos
Imagem:
Viver Zen
Segunda, 6 de Abril de 2009
Viva!
Gostaria de fazer-vos um pedido: a vossa colaboração para uma pesquisa na área de Psicologia. Nesta fase, aquilo de que necessito são opiniões sobre o idoso, a nÃvel emocional (o tipo de emoções que pensamos que estes experimentam), a nÃvel comportamental (como nos parece que eles se comportam), a nÃvel cognitivo, a nÃvel de competências profissionais e a caracterÃsticas de personalidade. O que procuro são adjectivos/palavras em todas estas dimensões.
Neste sentido, para ti o idoso é...
Domingo, 1 de Fevereiro de 2009
Recebi este pedido de confiança:
«este jovem menino deu entrada no canil municipal a semana passada para abate.
deu bastante trabalho tirá-lo de lá, só conseguimos tirá-lo na segunda feira...
está doentinho e precisa da vossa ajuda para poder ser tratado...
tem um problema de pele grave e esperamos resultados das análises para saber se tem mais alguma coisa, uma vez que quando chegou á clinica,teve um ataque e caiu para o lado.está internado.
sem a vossa ajuda, a vontade da sua ex-dona vai ser feita.
por favor, ajudem me a salvar este menino.
se conseguir tratá-lo vai ser uma grande vitoria,acreditem...
nib:003300000109070432658 (ajuda para o lord)
ajudem o lord... ele já sofreu bastante e precisa de vocês para poder ter mais uma oportunidade de viver...»
Quinta, 25 de Dezembro de 2008