Gosto de manter uma certa distância, mas gosto imenso desses pequenos seres-maravilha que despertam o melhor que há em mim e me tornam menina de novo.
Onde deixámos essa inocência deliciosa que perfuma cada questionamento, cada brincadeira? Onde deixámos essa vontade incansável de aprender e perscrutar o novo e o desconhecido? Quando começámos a erguer esses muros altos que limitam os nossos horizontes e colocam fronteiras entre nós e os outros?
As crianças não têm medo do contacto fÃsico e deliciam-se com cada carinho que dão e recebem. Quanta falta nos faz esse contacto mais próximo com o outro? Quanta falta nos faz o toque?...