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Quarta, 10 de Maro de 2010Voltando atrás...
Bem... tive de fazer uma reposição de backup, pelo que perdi algumas publicações por aqui. Paciência!
Voltando à carga! Votos de um doce dia de SOL! Sexta, 11 de Dezembro de 2009Nunca aceite a mentira «David Lieberman é um mestre na exploração em Psicologia. Usando as mais recentes descobertas sobre o comportamento humano, as suas obras reúnem as tácticas pscológicas mais eficazes para tornar a vida mais fácil e agradável porque lidam de forma revolucionária com as relações interpessoais e a comunicação, e explicam passo a passo como evitar ser manipulado e enganado. Baseado em técnicas de hipnose e de pesicolinguística, esta obra vai ensiná-lo a perceber quando alguém lh está a mentir, e fornece-lhe ainda um conjunto de técnias para descobrir a verdade que lhe escondem.»Esta é a sinapse deste livro, em que "tropecei" na semana passada numa Feira do Livro por 5 euros! Devo dizer que o tema de agrada, pois leva-nos numa suave viagem pela leitura da linguagem corporal e das expressões faciais humanas. Para quem gosta do tema, ou para quem gosta de séries como "Lie to Me" ou "O Mentalista" (esta mais de entretenimento), recomendo-o sem dúvida. Para os colegas psicólogos e hipnoterapeutas, que sabem como esta leitura é importante em qualquer sessão, desde o momento da anamnese, para perceber pontos chave do tema que nos é apresentado, até ao transe, para perceber como as sugestões são recebidas pelo sujeito. De uma forma geral, são as nossas capacidades de escuta e observação que nos vão ajudar a "ler" tudo aquilo que nos é comunicado (de forma verbal e não verbal) e aquilo que não o é! De leitura fácil, rápida e muito objectiva. Quinta, 5 de Novembro de 2009Hipnoterapia, o poder da hipnose
«Ajuda a tratar problemas de origem psicológica e psicossomática e tem vindo a ganhar cada vez mais adeptos.
A hipnoterapia é uma ciência que embora ainda não tenha sido reconhecida pela Ordem dos Médicos, é cada vez mais aplicada como terapêutica. A prática desta ciência está regulamentada no nosso país pela Associação de Hipnose Clínica de Portugal, que estabeleceu um código de ética para os seus membros de forma a garantir a qualidade na prática desta terapia. Hipnose e Hipnoterapia Hipnoterapia pode também ser designada hipnose clínica, ou seja, uma terapêutica que se faz com o auxílio da hipnose. Sofia Morgado, formada em Hipnoterapia, distingue ainda que a hipnose “não é o tratamento em si, mas sim um estado de relaxamento psicológico, que vai ajudar o paciente a lidar com o problema”. As técnicas utilizadas no tratamento hipnótico variam de caso para caso, consoante o problema apresentado e o historial do paciente. “O especialista trabalha com os elementos que o paciente fornece e a conversa inicial é muito importante: não só porque informa o paciente como tudo se processa, mas também porque o ajuda a relaxar”, explica. A hipnoterapia trabalha a informação alojada no subconsciente e aplica técnicas comportamentais, cognitivas e analíticas. A regressão de memória é um bom exemplo já que, de acordo com Sofia Morgado, “como técnica analítica só é utilizada quando necessário, ao contrário do que muitos possam pensar, sendo apenas uma das várias técnicas usadas”. Problemas psicológicos Utilizada, sobretudo, no tratamento de problemas de origem psicológica e psicossomática como perturbações de ansiedade (fobias, actos de pânico, etc.), controlo de hábitos (tabaco, comida, etc.), dor psicológica, ansiedades de performance (falar em público, performance sexual, desportiva, etc.), a hipnoterapia procura “ajudar a pessoa a colocar o foco da sua atenção num outro aspecto que não o seu problema”. “Por exemplo, no caso de uma dor dentes, não fazemos a dor desaparecer, ela está lá, mas tornamo-la mais tolerável desviando a sua atenção”, explica Sofia Morgado que desmistifica ainda a ideia de que uma consulta é suficiente para o tratamento. “Pode eventualmente acontecer, mas é um tipo de terapêutica que exige um trabalho continuado. Infelizmente, nós, hipnoterapeutas, não andamos com varinhas mágicas nas malas, nem fazemos milagres, ao contrário do que muitos possam pensar. As coisas têm de ser trabalhadas a dois”. Saber escolher o especialista “Como em todas as áreas profissionais, há sempre formas de estar diferentes”, alerta a hipnoterapeuta que diz ainda que o mais importante, na hora de escolher o profissional, é “pedir referências, falar com o hipnoterapeuta antes de iniciar o tratamento e estar atento ao seu discurso”. Ainda assim, segundo Sofia Morgado, que trabalha na área de Lisboa (Espaço Anima, em Alvalade e Clínica Dr. Fernando Figueiredo, nos Anjos) a forma mais segura de seleccionar quem o vai seguir, é consultar a lista de associados a Associação de Hipnose Clínica de Portugal. “São hipnoterapeutas que estão aptos e que seguem o código ético da profissão”. » Por Joana Guimarães em 03-11-2009 http://www.idademaior.iol.pt/bem-estar/saude/hipnoterapia/ Tera, 20 de Outubro de 2009In-coerências
Alguém de quem costumo receber email com informação relevante a que procuro estar atenta, enviou-me um email a que senti vontade de responder. E digo isto porque muitas vezes recebo emails deste tipo, que pura e simplesmente ignoro. Talvez por confiar no discernimento desta pessoa (embora pelo que dela leio apenas) e compreender o motivo da sua indignação, acabei por escrever o que pensava.
E pensei em partilhar aqui a minha opinião... Este foi o email que rcebi: «Obrigatório ler o comentário deste homem (já nem me digno a chamá-lo senhor).... Arre Burro ! Alguns motivos de verdadeiro orgulho pátrio Miguel Sousa Tavares 8:00 Segunda-feira, 19 de Out de 2009 1. A portaria 1226/2009 acaba de frustrar o meu sonho de viver com um casuar, um manatim ou até um monstro-de-gila. A portaria, aliás, veda o meu direito constitucional a comprar numa loja uma baleia ou mesmo "outros cetáceos". Atenta ao bem-estar dos animais, a portaria até me proíbe de coabitar com centopeias compradas em loja - embora não proíba as que entram pelos canos e se tenha esquecido de estender a proibição a baratas, formigas e outros animais domésticos. Ah, e esqueceu-se de proibir os camelos e outros dromedários, os quais podem assim actuar nos circos - de onde ficarão banidos elefantes, leões, tigres e outros felinos, ursos, lobos, otárias (acho muito bem), hipopótamos, rinocerontes, pinguins, cobras várias, aligators e escorpiões. E varanos. Sim, varanos. Mas a sábia portaria (resultado do lóbi da Associação Animal - a mesma que há uns anos fez apresentar no parlamento uma lei que visava controlar as 'condições psicológicas' em que viviam os animais domésticos, bem como o seu acesso aos transportes públicos, entre outros mimos do género), também proíbe a reprodução daqueles animais em cativeiro. Como bem nota o proprietário circense Miguel Chen, não estão porém disponíveis na praça preservativos para os tigres, o que vai implicar que o ministro, ou alguém que o represente dignamente, se afoite a fazer cumprir a lei, interpondo-se entre tigres e tigresas, em plena época de cio: vai ser um número a não perder, num circo próximo de si. Eis mais um retumbante triunfo da cultura urbana, moderna e civilizada. Porque o fundo da questão está no que diz Victor Hugo Cardinali - um honrado nome de uma família que tem feito sonhar gerações e gerações de crianças, com os seus tigres, leões e elefantes, saídos da televisão e dos joguinhos de computador para a tenda do circo: "Eu também posso fazer algo como o Cirque du Soleil, para os intelectuais de Lisboa e do Porto. Mas experimentem levar isso a Portalegre e eles vão perguntar 'que porra é essa?'". É contra este Portugal da porra que em boa hora surgiu a portaria a defender as centopeias, os aligators e também, já me esquecia, os nandus e os crotalos. Somos assim o primeiro país da Europa a proibir as espécies 'exóticas' ou 'selvagens' nos circos. É motivo de orgulho pátrio: em alguma coisa somos, afinal, os primeiros. Mesmo que estejamos a criar uma geração de criancinhas a quem ensinam que só os 'maus' dos caçadores é que matam animais e que julgam que todos os outros animais morrem de morte natural e que os bifes nascem na horta, junto com as alfaces e as salsichas, e que a galinha não tem filhinhos destinados ao churrasco, mas apenas produz ovos e já estrelados.» E a minha opinião e resposta é esta: Como com tudo e todos os textos escritos ou falados, ficamos perante o copo meio cheio ou meio vazio. O que queremos realmente ler ou ouvir num discurso? Neste texto, leio sobre a falta de coerência e não o insurgimento de alguém contra uma lei que vai defender os direitos dos animais. E a falta de coerência, infelizmente, existe em muito humano - pois não quero incorrer no risco da generalização dizendo que existe NO ser humano. A criação de uma lei que defende os direitos dos animais é importante, mas quem escolhe que animais ela visa? Uma lei que impede a exploração dos animais no circo é importante; uma lei que impeça a criação de animais domésticos com fins comerciais ou outros que tais, é importante... e outras mais o serão, como uma lei que vise a adopção dos animais que aguardam por um lar em tantos canis, associações e ruas, em detrimento da sua compra numa loja. Mas e os animais que são vendidos já mortos nas lojas e supermercados? As crianças que gostam dos animais e não percebem porque não os vêm mais no circo, são aquelas crianças que não percebem que aquilo que eles fazem no circo não é natural para aquelas espécies e que eles estão enjaulados; são aquelas mesmas crianças que nunca aceitariam comer o coelhinho que viram crescer lá em casa ou no quintal, mas se ele vier do supermercado, não percebe que um dia ele já foi como o outro. Sem radicalismos (não me consigo ver e nem sentir nessa posição), mas sem falsos moralismos também! Não é que não se deva fazer, pouco a pouco, aquilo que conseguimos ou aquilo apenas em que acreditamos - e viva a diferença! Mas por vezes certas medidas servem, em alguma parte de nós, para desculpar as nossas incongruências. Não sou contra nem a favor deste homem, nem gosto nem desgosto dele, aliás nem o conheço e nem vejo televisão, o que me poderia levar a pensar que sim! Mas não leio aqui mais do que um texto sobre a falta de coerência do Homem! Segunda, 19 de Outubro de 2009Um dos meus olhares sobre o AlentejoTera, 13 de Outubro de 2009As palavras sempre ficam Neste aniversário, a prenda que a minha mãe me deu trazia um poema, que dizia assim..."Se me disseres que me amas, acreditarei. Falta dizer que a prenda foi mais uma fada para a minha "colecção", que pela sua envergadura pode bem ser a rainha das fadas! Quinta, 17 de Setembro de 2009Faça o sol brilhar dentro de si Brilhe ou não lá fora, faça o sol brilhar dentro de si!À semelhança do que se passa no mundo lá fora, também dentro de si brilha um sol. Um sol magnífico, esplendoroso, cheio de energia e calor para irradiar. O sol lá fora, quando surge com mais força, é fonte de energia, força, motivação para sair, se expressar, comunicar, fazer. Quando o tempo está mais escuro, mais facilmente se instalam as depressões e pode haver menos motivação e força de vontade. O sol interior também traz esta força, energia e motivação. É o fogo que nos leva a sair, interagir, fazer, dançar, cantar, sorrir. Aí reside um enorme potencial, residem, entre outros recursos, a segurança, a tranquilidade e o bem estar. Mas tal como lá fora, por vezes as nuvens mais densas não deixam ver a sua luz. Cá dentro, tal como lá fora, as nuvens ameaçam chuvas e tempestades, umas mais, outras menos. As nuvens internas são os pensamentos (mente racional) e eles estão sempre lá, quase companheiras fiéis do céu azul tranquilo… No entanto, estas nuvens podem ser como aquelas lá fora, rarefeitas ou até mesmo nuvens brancas e fofas, que compõem qualquer cenário, dando-lhe um toque final de beleza, harmonia e equilíbrio, ou podem ser como aquelas nuvens mais densas e escuras, que deixam tudo imerso em escuridão. Os pensamentos estão sempre presentes, mas que tipo de pensamentos? Daqueles que dão luz e cor ao estado de equilíbrio natural (que lhe é intrínseco) ou daqueles que ensombram e assombram o seu bem-estar? Continuar lendo "Faça o sol brilhar dentro de si" Tera, 15 de Setembro de 2009Sintonização de Reiki gratuita
...em que acabei de tropeçar no youtube!
Domingo, 30 de Agosto de 2009O nosso amigo felino antes da sestaSegunda, 24 de Agosto de 2009Conversa felina
Qual seria o tópico de conversa?
Há quem se lance a adivinhar, mas não passam de especulações!... Eitheway... elas (são duas fêmeas) são uma doçura! Sexta, 14 de Agosto de 2009O óleo de Lorenzo Já andava há muito tempo para ver este filme: "Lorenzo's Oil - Some people make their own miracles". Foi hoje!Para quem não gosta de dramas é melhor não ver, pois a história é pesada. Vou levantar o véu e mostrar o que está por debaixo, pelo que quem o quiser ver e preferir não saber a história, é melhor parar a leitura por aqui. Esta é a história de um casal que tem um filho a quem, aos 7 anos, é diagnosticada uma doença rara neurodegenerativa. Como em tudo na vida, este casal dedica-se aos estudos e a conhecer esta doença e os seus meandros, uma vez que é tão pouco conhecida que não há invetigação propriamente para a sua cura. Com o seu empenho acabam por fazer o seu próprio milagre. O que mais gostei neste filme e mais me tocou foi quão maior e mais rápido poderia ser o progresso nas mais diversas áreas se as mentes trabalhassem em conjunto e com a motivação correcta. Só para relembrar isto.... já valeu a pena! Agora vou almoçar que já se faz tarde! Quarta, 12 de Agosto de 2009Como eu gostava de ter uma destas...Quarta, 5 de Agosto de 2009A cresta
Já está livre o caminho?
![]() No final do mês de Maio passado tivemos a oportunidade de observar como é feita a recolha do mel na cresta. Claro que a máquina me acompanhou durante o processo! Não vimos de facto a recolha das alças no campo (isso já tinha sido), apenas a recolha do mel dos quadros (à noite). Mas antes da noite chegar ainda tive a oportunidade de vestir um fato emprestado e espreitr mais de perto as colmeias mais próximas. Ora aqui atrás de mim estão umas quantas... ![]() Aproximei-me, toda equipada, para tirar umas fotos mais de perto... ![]() Mas elas "seguiam", segundo percebi, as hormonas dos abdomens presos ao fato, de picadas durante a cresta (felizmente não era eu que estava dentro dele!). Procurei que o meu corpo encostasse o menos possível no fato, pois tinha pouco tecido por baixo e avisaram-me que as maganas conseguem picar por cima. Safei-me só com duas picadas, mas esse simples conhecimento levou-me a fugir um pouco mais delas. Enquanto as alças estiveram na melaria, as abelhas eram atraídas pelo mel e queriam entrar a todo o custo... ![]() À noite assistimos então à recolha do mel. Os quadros eram retirados das alças... ![]() ... os favos eram libertados dos quadros com uma espécie de garfo... ![]() ... e retirados com uma faca... ![]() ... sendo então colocados numa centrifugadora para extrair o mel... ![]() ... recolhido... ![]() o doce líquido... ![]() E no meio de toda esta azáfama... ![]() ... as abelhas ainda pareciam reunir-se perto de nós, talvez conjurando algum acto desesperado contra os vis ladrões do seu precioso líquido... ![]() Aprendem-se sempre umas coisas curiosas. Essas ficam para segundas núpcias! Para saberem um pouco mais sobre todo o processo, cliquem aqui. Psicoterapia Integrada Um modelo de processo terapêutico, de José Serra, Quarteto Editora.Sinopse: «Parece ter chegado o tempo em que as psicoterapias, em vez de se combaterem umas às outras numa luta dogmática pela sobrevivência, podem ganhar muito mais se assumirem uma postura pluralista, ecuménica e, porque não, integrada em que aproveitam, com sucesso, quanto de positivo e eficaz existe em cada uma delas. É o desafio que este livro enfrenta ao apresentar uma hipótese concreta de integração ecléctica de conceitos e técnicas de origem teórica diversificada que confluem no Modelo Processual de Psicoterapia Integrada (MPPI). Depois de enquadrar o MPPI no contexto do movimento para a integração das psicoterapias, examinam-se os pressupostos antropológicos e psicoterapêuticos do modelo e propõe-se uma hipótese de intervenção terapêutica integrada. Como um dos objectivos de fundo do modelo, quiçá o mais prático, é o de fornecer uma "caixa de ferramentas" que auxiliam o psicoterapeuta na elaboração de um plano de tratamento que tenha em conta a especificidade humana e sintomatológica do seu paciente, apresenta-se também, em apêndice, um glossário-guia, no qual se descrevem sucintamente cerca de quarenta técnicas a utilizar no contexto do modelo integrado.» E porque esta abordagem é a que me faz mais sentido na ajuda ao outro, a integração e uso de diferentes teorias e técnicas para trabalhar com a especificidade do outro, gostei de saber um pouco mais sobre aquilo que tem sido estudado e feito no sentido desta integração e deste eclectismo. Para mim é tão clara a necessidade desta multiplicidade de ferramentas e o seu uso adaptado à necessidade da situação, como a necessidade do enquadramento teórico do terapeuta. Enquadramento este que não precisa ser tão rígido ou fechado como as grandes linhas teóricas se apresentam na sua origem. Uma leitura interessante! Tera, 4 de Agosto de 2009O meu futuro está aqui ;)Não é concerteza pelos jogos, mas pelo que a tecnologia permite. Apesar de o único jogo que já puxou por mim na Wii ter sido o do boxe, pelo exercício, e ter achado piada ao karaté no início do video, o que mais me encanta é a ultima sequência, que se refere ao home cinema. Ao estilo Minority Report, há muito que espero esta tecnologia tornar-se mais comercial. A característica que continuo a gostar mais de ter no meu portátil é o touchscreen, especialmnete agora com o windows 7. Devo no entanto confessar que fiquei um pouco desiludida ao descobrir que o ecrã no meu pc é touch, mas não multitouch, pelo que pouco mais funcionalidades tenho disponíveis com o windows 7. Ou seja, o estilo Minority Report que este sistema operativo oferece, não dá para desfrutar assim só com o reconhecimento de um ponto/dedo, mas precisa de mais. Mas ontem o mêmori deu-me uma notícia maravilhosa: basta um comando da wii e duas canetas infra-vermelhos para tornar o meu ecrã multitouch! Iupii! Ora espreitem só...
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Sobre mim![]() Nome: Sofia Morgado Nascimento: 8 Out 1974 O que mais gosto de fazer: ler, escrever, namorar, pintar, aprender, rir, sorrir, fotografar, passear no meio da natureza, estudar os domínios da mente humana... não necessariamente nesta ordem O que menos gosto de fazer: esta é difícil... hmmm... ter de me reger por horários que não os meus, ser pressionada Pesquisa rápidaEstou a ler![]() ![]() Administração do weblog |




