Porque este é um tema que me interessa - a consciência da relação causa-efeito, a consciência nas nossas palavras, pensamentos e actos, deixo-vos este video interessante e inspirador!
Costumo dizer que sou uma fazedora, gosto de sonhar, gosto de apreciar o colorido da vida e dar colorido ao meu mundo, mas sou uma sonhadora prática - definitivamente uma fazedora (já disse que gosto de inventar palavras?)!
Se alguém me explica algo que não sei, prefiro ser eu a fazer para poder aprender. Para aprender um caminho, tenho de o percorrer eu. Se explico algo a alguém começo por dizer como se faz e deixo que a pessoa faça, mas se começa a demorar muito tempo ou levantar problemas, prefiro fazer que é mais rápido, do que ficar de braços caídos à espera que se desenvencilhe! Pois... mas tenho de me conter muito para não o fazer.
E gosto, de facto, de estar a fazer coisas! Adoro inventar novos projectos, envolver-me na sua produção, nos detalhes ao longo do caminho... de forma prática, claro está!
Bem... nestes dias de mini-férias, em que queria aproveitar para fazer tanta coisa também no computador, este teima em me mostrar o ecrã azul da morte!! Oooh... soopky!
Andei de volta dele e dos recovery points, mas posso dizer que correu bem.
Após esta ciranda, acabei de tropeçar neste documento que me parece poder ser útil, pelo que o partilho...
Porque gosto de felinos... porque gosto do conteúdo das histórias que se contam sobre este video... mas muito mais do que isto porque gosto do que sinto quando o vejo... e não consigo deixar de me emocionar quando um ano mais tarde eles voltam para visitar o seu amigo e são recebidos efusivamente. Pura delícia!
Bem... quero começar por vos dizer que adoro o Verão!!!
Bem sei que ainda não é Verão... ok, adoro o Verão sentido na Primavera e todo o colorido, todo o sol, toda a Vida que encontramos em volta!
E que vida!...
No quintal torna-se difícil saber onde pôr os pés, pois está em constante rodopio!
As abelhas andam numa azáfama - mas não são as únicas a andar de flor em flor!
As borboletas bailando aos pares - e que cores, senhores!
Os gatos da vizinhança também nos têm visitado, deliciando-se com a actividade dos passarinhos - e dia após dia ganho mais confiança do belo Bigodes!
Até uma cadela!... A amiga Chica!
Um pouco por toda a relva vejo pequenos bichos esconderem-se na sombra perto do chão - onde pôr a manta para me sentar?!
Este pequenito (parecido com uma vespa, mas entre o laranja e o vermelho) nem me deixava fotografá-lo, pois era muito rápido a esconder-se por baixo das ervas - e era só o que queria!
Este era tão rápido de flor em flor, mas de aspecto tão fofo, que andei atrás dele por todas as florinhas amarelas - as suas preferidas! weeeeee!
Este, então, nem pousava... pairava apenas!
A Rita decobriu uma nova iguaria: comida de gato - mas só a quer comer à colher! Sério!
A passarada, entre melros, pardais e outros que tais, compõem a sinfonia que embala toda esta actividade - e que bela!
(bem, este despenteado não fotografei aqui no quintal...)
Este não é apenas um documentário, é um projecto que pretende alertar a consciência do Homem para a necessidade de preservação dos habitats naturais, reconhecendo a monarca como um embaixador da natureza. Nesta aventura, em 2007, uma equipa de investigadores acompanhou a migração das borboletas monarcas, desde o Canadá, que todos os anos sobrevoam três países, percorrendo até 5.000 Km para hibernarem nos santuários situados nas florestas do México.
Esta equipa acompanha a monarca por terra e pelo ar, visitando pelo caminho diversas “estações” próprias para a viagem da borboleta, de modo a que se vá alimentando pelo caminho, falando com outros investigadores, especialistas e amantes da mesma.
Algures no documentário pode ouvir-se:
«Estamos nesta grande exper chamada vida e todas estas coisas à nossa frente são mistérios que tornam a nossa vida um desafio, uma viagem, uma maravilhosa aventura, pelo que gostaria de saber como as monarcas navegam, como é que elas chegam lá. Posso nunca vir a saber a resposta, mas a caminhada (quest), porque é uma caminhada, a caminhada até lá que é a parte mais divertida. Nada mais importa.»
«Qual é o valor de um pinheiro? Para mim o maior valor do pinheiro é o facto de poder olhar para o pinheiro e admirá-lo. Prefiro isso a ler um jornal!»
«Não sei se alguma outra borboleta faz o mesmo que a monarca, mas se você tivesse de voltar à sua mãe e à mãe dela e à avó dela e por aí adiante, e a sua mãe não pudesse falar com a sua avô e a sua avó não pudesse falar com a sua bisavó, conseguiria encontrar o local da sua origem e ir até lá? Após 5 gerações? É por isso que a monarca é um fenómeno em perigo de extinção.»
«...ajudou-me a compreender a grande significância desta vida tão delicada, que tem tanto a ensinar-nos. O projecto Papalotzin é a voz da monarca que grita para o mundo “tomem conta do nosso planeta, tomem conta das borboletas”, para honrar as montanhas, para honrar esta bela terra em que vivemos.»
«É a borboleta monarca, que para alguns é apenas um insecto; para mim é um ser vivo que tem muito a ensinar-nos; não é tão pequeno assim, é tão grande que nos pode unir... diferentes países, diferentes raças, diferentes formas de pensamento, diferentes governos…»
Voando com 50 milhões de borboletas…
As borboletas não são fadas, mas andam lá perto e quem me lê e conhece sabe que gosto de fadas! Adorei este documentário, recomendo-o vivamente a todos os amantes da natureza e a todos aqueles que estão à espera do sinal para despertar!
«Ser zen é ser ativo. Caminhar com leveza, mas com certeza. Auxiliar quem precisa, no que precisa e não no que se idealiza.
Ser zen é ser simples.
Ser zen é fluir com o fluir da vida. Sem drama ou complicação. Na hora de comer, come comendo, sem ver tv, sem falar desnecessariamente.
Ser zen é ser livre e saber os seus limites.
Ser zen é servir, cuidar, respeitar e compartilhar.
Ser zen é acolhimento.
Ser zen é morrer... Para a dualidade, para o falso, a mentira, a iniquidade.
Ser zen é renascer a cada instante.
Ser zen é ser simplesmente quem somos e nada mais. É ser a respiração que respira em cada ação. É fazer meditação, sentar-se para uma parede, olhar para si mesmo. Encontrar suas várias faces, seus sorrisos, suas dores. É entregar-se ao desconhecido aspecto do vazio. Não ter medo do medo.
Ser zen é estar presente. Aqui, neste mesmo lugar.
Quando? Agora, neste instante.
Ser zen é ser Tempo.
Ser zen é ser Existência.»
Monja Coen, in Sempre Zen : aprender, ensinar e ser (p. 14-15)
São Paulo : Publifolha, 2006
Já que estou numa de testes e recebi esta dica por email, acabei por fazê-lo!
O resultado foi:
«Você é uma sábia coruja!
A coruja é uma ave noturna, símbolo do conhecimento racional. Você é uma pessoa que gosta de estudar e fazer uma reflexão sobre todos os aspectos de sua vida. Seu dia a dia é bastante regrado. Ai, se alguma coisa estiver fora do lugar ou, dando errado. A coruja não gosta de arriscar e investe apenas naquilo que é certo para ela. Aqui vai uma dica: se você mergulhar no seu interior, descobrirá que tem grande percepção do oculto.»
Vamos falar em termos práticos sobre este grande drama existencialista do ser humano.
Acredite, a primeira resposta que geralmente vem à cabeça de qualquer pessoa é algo assim: "meu nome é Fulano, tenho 30 anos. Sou administrador com especialização em marketing e trabalho na empresa tal, como supervisor de vendas". Sinceramente, essa resposta satisfaz de fato à pergunta em questão?
Agora, experimente responder assim: "meu nome é Fulano, sou uma pessoa cheia de sonhos, muito embora às vezes me sinta inseguro sobre se vou mesmo realizá-los; sou um bom amigo, gosto de ouvir as pessoas; sou um pouco carente, elogios me fazem bem; sou comprometido com o que faço, e sou ávido por resultados; tenho algumas certezas e muitas dúvidas".
Que tal? Essa é a forma interior de se responder e, claro, muito mais difícil, porque em geral não paramos para pensar em quem somos de verdade. Falamos o que é superficial, o que podemos provar com documentos, o que as pessoas podem perceber facilmente, a forma exterior.
Acredite, promover o autoconhecimento, conhecer a verdade sobre nós mesmos e assumir responsabilidades por nossas reações e atitudes, transforma-se em vantagem competitiva. Quando nos conhecemos, entendemos nossas qualidades, assumimos nossas limitações e passamos a ter auto-estima. E, ter auto-estima é confiar na sua própria capacidade de pensar, sentir, decidir, agir, avaliar, aprender, respondendo de modo efetivo às condições que a vida impõe.
O psicólogo americano Nathaniel Branden, autor do best-seller “Auto-estima”, advoga que a base da auto-estima não é o êxito em si, mas uma série de práticas que conduzem ao sucesso. Ele define como seis os pilares de uma auto-estima saudável:
1. Consciência: prestar atenção ao que acontece, ao que se experimenta, ao que se faz, sem esquecer o contexto no qual surgem os nossos sucessos, as experiências e as ações.
2. Aceitação: reconhecer os próprios pensamentos, emoções, ações, sem evasões nem repúdios; observar-se pacientemente, sem aprovação nem condenação.
3. Responsabilidade: compreender que se é o autor das próprias escolhas e ações, que se é responsável pela própria vida e bem-estar. Responder conscientemente aos desafios da vida.
4. Assertividade: ser autêntico no trato com os outros, negando-se a ocultar o que se é de verdade para ganhar a aprovação deles. Estar preparado para defender os próprios valores e idéias.
5. Propósito: identificar os objetivos de curto e longo prazo e as ações necessárias para obtê-los. Supervisionar as ações para garantir que se mantenham na rota.
6. Integridade: viver em congruência com aquilo que se sabe e se professa. Dizer a verdade, honrar os compromissos e exemplificar, com ações, os valores que se sustenta.
Sou administradora. Aprendi, na faculdade e na especialização, tudo sobre a técnica de administrar processos, patrimônios, pessoas, tempo. Mas hoje posso afirmar, sem medo de errar, comecei a ter mais sucesso quando comecei a administrar o ativo interior. Aprendi, na prática, que ao compreender quem realmente é, a pessoa alicerça sua auto-estima, sua autoconfiança e sua paz interior sobre um terreno firme. Se operar a partir da ilusão e da ignorância, estará sempre tentando construir sua auto-imagem sobre areia movediça. E aí, não tem MBA que dê jeito.
Luciana Pianaro é diretora da Sapiens Sapiens Desenvolvimento Integral
www.sapiensapiens.com.br
Este texto que já li faz algum tempo, leva-me à necessidade de fazer dois comentários.
Muitas vezes ouço pessoas dizerem coisas como "sou inseguro", "sou introvertida", "sou medrosa"... sou... Ao dizê-lo estão de facto a deixar de fora as outras hipóteses, que consideram não ter. Todos nós o fazemos! Mas não serão a timidez, o medo ou a insegurança estados do ser, momentos, resultados de experiências na nossa vida, de alguma forma escolhas ao longo do caminho? Alguém me disse um dia "eu tenho sido muito tímida desde criança, mas sei que posso ser de forma diferente e quero trabalhar para isso". Óptimo, pensei. A partir deste pensamento a tímidez, neste caso, deixa de ser uma limitação, pois a pessoa já não está a identificar-se com ela. Quando dizemos que somos determinada coisa, é quase como uma sentença, algo estático... "lamento, mas sou assim e não posso fazer nada quanto a isso". Será de facto? Ninguém nasce tímido ou inseguro, desastrado ou perfeccionista! Pode haver de faco uma tendência a determinada forma de estar. que nem sei se pode aplicar-se a estes exemplos, mas a nossa forma de estar e ser vai sempre se alterando, compondo, construindo ao longo do caminho, resultado das nossas vivências, dos exemplos ao nosso redor. E quando falo em exemplos, nem sempre os resultados são lineares, ou seja, não significa que uma criança que cresça no seio de uma família organizada, por exemplo, o vá ser também, pelo menos nas mesmas áreas. Cada um de nós reage às situações de forma diferente, pois faz as suas próprias associações e tem a suas próprias representações internas, e a forma que estas tomam é que vai orientaando estes resultados.
Assim sendo, faz-me mais sentido verbo "to be" do inglês, pois significa tanto ser como estar e, de facto, eu posso ser insegura ou estar insegura, fruto de determinada série de eventos. e no momento seguinte posso ser/estar segura, experienciar-me como tal. O que escolho então? Esta consciência é meio caminho andado para tornar o resto do trabalho/caminho mais fácil.
A segunda questão tem a ver com o facto de esta pergunta de reflexão ter sido colocada faz pouco tempo numa aula de Psicologia diferencial. Deixo-vos a pergunta e a minha resposta.
Quem sou eu - aquilo que me identifica e diferencia dos outros?
Sou aquilo que escolho ser a cada momento, esta é a minha forte crença e forma de ver as coisas. O que me diferencia dos outros? Não será isso, pois todos partilhamos esse aspecto. O que me diferencia dos outros em volta são as minhas características físicas e a forma como me expresso aos mais diversos níveis perante os outros, assim como a forma como sou percepcionada pelos outros e isso tem sempre, também, a ver com quem escolho ser no momento. Nesse sentido, prefiro pensar que aquilo que me identifica é aquilo com que me identifico. Com o que me identifico? Com a acessibilidade, a ternura, doçura, compreensão, conciliação, versatilidade, agilidade, subtileza... uma certa leveza do SER! Experiencio-me também de muitas outras formas, conforme os momentos.
E volto a uma citação que julgo já ter feito aqui: cada passo é uma definição daquilo que somos e escolhemos ser (Neale Donal Walsch).
E porque falei em idosos, parece que este filme vem a calhar.
Fiquei sem palavras!
Duas frases constantes no filme:
«A vida é efêmera.»
«Algumas coisas nunca se esquecem.»
Gostei em especial de 4 pontos desta fantástica história!
Um deles tem a ver com o que geralmente se diz com respeito à velhice, que é como voltar a ser criança. Neste filme vêmo-lo acontecer literalmente.
Outro ponto tem a ver com um momento do filme em que é mencionada a forma como todas as vidas se tocam e como todos os acontecimentos estão encadeados de alguma forma. Só por esse excerto valeu logo a pena! Foi bem focado!
Um outro ponto é, de alguma forma, a analogia com a reencarnação que ali conseguimos descortinar. À medida que Benjamin vai ficando mais velho em idade e mais novo o seu corpo ele vai esquecendo. E quando é bebé, ele olha para Daisy e reconhece-a, antes de fechar os olhos para todo aquele conhecimento, para toda aquela vida.
E finalmente tem também a ver com a fé na vida humana! A fé depositada por uma mulher numa criança que é diferente e por isso rejeitada, pois, entre outros factores, ela sabe aceitar e amar aquele que "é velho".
Poderia ainda dizer algo sobre a tremenda diferença enter o envelhecimento sentido por dentro e o envelhecimento sentido por fora, mas...
Mesmo após este comentário, repito: fiquei sem palavras!
Não é uma história deslumbrante, vamo-nos enleando nela ao longo do caminho, mas vale mesmo muito a pena chegar ao fim do filme.
Nome: Sofia Morgado Nascimento: 8 Out 1974 O que mais gosto de fazer: ler, escrever, namorar, pintar, aprender, rir, sorrir, fotografar, passear no meio da natureza, estudar os domínios da mente humana... não necessariamente nesta ordem O que menos gosto de fazer: esta é difícil... hmmm... ter de me reger por horários que não os meus, ser pressionada