...porque dizer a verdadeira já implica muita coisa. O que é a verdade de facto se não aquilo que cada um de nós sente como tal? E será que cada verdade implica que as outras não o sejam?
Deixo-vos uma matéria interessante e antiga, artigo na Revista Super Interessante.
A verdadeira história do Natal
A humanidade comemora essa data desde bem antes do nascimento de Jesus. Conheça o bolo de tradições que deram origem à Noite Feliz
Thiago Minami e Alexandre Versignassi
Roma, século 2, dia 25 de dezembro. A população está em festa, em homenagem ao nascimento daquele que veio para trazer benevolência, sabedoria e solidariedade aos homens. Cultos religiosos celebram o ícone, nessa que é a data mais sagrada do ano. Enquanto isso, as famílias apreciam os presentes trocados dias antes e se recuperam de uma longa comilança.
Mas não. Essa comemoração não é o Natal(*). Trata-se de uma homenagem à data de "nascimento" do deus persa Mitra, que representa a luz e, ao longo do século 2, tornou-se uma das divindades mais respeitadas entre os romanos. Qualquer semelhança com o feriado cristão, no entanto, não é mera coincidência.
Hoje o dia amanheceu com uma luz maravilhosa e tive pena, ao sair à rua, de não ter comigo a máquina fotográfica. Todos os dias, é uma escolha "dura", sair com o computador ou com a máquina fotográfica! Ambos ponte de acesso a mundos plenos de criatividade e potencial! hehehe
Hoje amanheceu uma luz fantástica! Os raios de luz envolvendo a bruma e as siluetas das árvores e onde o sol brilhava mais intenso, este descobria milhares de pequenas gotículas reluzindo contentes! Fantástico! A RFM ecoou "It's a beautifull day..." And in fact it is!
Acabo de vir de uma aula de cooperativismo, em Economia Social (não me perguntem), em que foi promovido um debate sobre os problemas sociais e que sentíamos no dia a dia e em que medida o cooperativismo lhes poderia dar resposta, assim como se os valores de há 50 anos atrás ainda se aplicariam neste momento. As questões foram as mais diversas e a procura pelas respostas foi, no mínimo, interessante.
Mas o que é que isto me interessa, podem vocês pensar. Bem, no início da aula pensei o mesmo, mas continuoa surpreender-me com as coisas que vou descobrindo em cada uma das cadeiras que já tive ao longo do curso de Psicologia. O debate levou-nos para assuntos que me são mais queridos e acabamos por reflectir sobre a tomada de consciência individual e colectiva, sobre a competitividade versus cooperação, sobre a responsabilidade de cada um de nós, passando até pela reciclagem do lixo.
Vim a reflectir no caminho para casa, uma vez mais, sobre como cada um de nós é uma gota de um oceano imenso que, junto, é muito mais do que a soma de todas as partes. Cada escolha nossa, a cada momento, é um acto de definição de quem nós somos e muito maior do que a necessidade de mudar o mundo é a necessidade de nos mudarmos a nós mesmos, na forma como nos experienciamos, nas nossas escolhas e nos nossos comportamentos. Que pessoa desejamos realmente ser? Está na hora de colocarmos o nosso locus de controlo, de uma forma mais equilibrada, em nós mesmos e assumirmos a responsabilidade que temos sobre a nossa vida, as nossas escolhas e, por consequência, no papel que assumimos na sociedade em que, quer queiramos quer não, estamos inseridos. Já vimos que a repressão e as ditaduras não resolvem nada, procurar doutrinar os outros é querer mudar o mundo lá fora, também não o resolve, mas podemos dar o exemplo de outras formas de fazer as coisas; formas mais úteis de acordo com o momento em que nos encontramos. Se vimos que os modelos de acção em que nos encontramos envolvidos e inseridos não funcionam, se não nos levam onde queremos ir, de que vale continuar a fazer as coisas da mesma forma? Há que procurar outra forma de atingir os nossos objectivos, procurando encontrar uma forma de funcionamento mais útil para nós. Se aquele tipo de comportamento não nos serve e afecta o nosso bem estar, porquê perpetuá-lo? Há que procurar um outro comportamento mais útil, um que nos leve onde queremos ir. Se o modelo económico em que estamos inseridos não nos serve mais porque continuar a insistir? Para que aconteça esta mudança é, de facto, necessária uma tomada de consciência. A consciência de que de facto aquele modelo não nos serve mais. O bom ou mau são conceitos muito subjectivos e só podem ser aplicados na medida em que algo nos é útil ou não, de acordo com o nosso objectivo, pelo que podemos dizer que cada modelo, cada escolha, cada vivência pode ser boa ou má em função do nosso momento e do contexto em que nos encontramos, se nos é útil ou não. Se já não é útil, bola para a frente!
Acabei de ver este filme, cortesia de um colega (Pedro B., obrigada!), e achei-o delicioso! Mais... fantástico!
Esta é a história de Akeelah, uma raparida de 11 anos do sul de Los Angeles, que tem uma certa paixão por palavras e por soletrá-las, pois a relação que estabeleceu com estas foi a forma que encontrou para ultrapassar a perda do pai, morto quando tinha apenas 6 anos de idade. Sendo de certa forma empurrada para participar num concurso de ortografia na sua escola, que ganha, acaba por aceitar ir ao concurso regional, depois ao estatal e ao nacional.
No tempo de preparação e treino para ir à etapa final, ela descobre-se a si mesma e leva a sua família a redescobrirem-se enquanto tal. Acaba por tocar as vidas da sua comunidade, que nela vêm a esperança em si mesmos que perderam um dia, e até dos seus "oponentes" no concurso.
Ao longo do filme, encontramo-nos a torcer por esta miúda e a sua inspiração, reencontrando o Amor de diversas formas.
Deixo-vos parte da fantástica mensagem deste filme, que nos é contada muito além das palavras...
«O nosso medo não é sermos inadequados,
o nosso medo é sermos poderosos
para além da imaginação.
Perguntamo-nos "Quem sou eu para ser brilhante, lindo,
talentoso e fabuloso".
Na verdade, quem és tu para o não ser?»
Não deixem de ver, é precioso e inspirador! E já que falamos de palavras, a palavra inspirar vem do latim inspirare que significa "introduzir ar", que é vida, é prana, é chí, élain vital... para mim significa muito mais... inspirar vida, in spirit!...
Este é um livro que nos fala de consciência, do vazio interior e dos processos interiores de morte e renovação pessoal. Um livro de Carlos Castanheda, que nos conta mais sobre a sua caminhada e as suas aprendizagens com o seu mestre xamã mexicano, Dom Juan Mathus.
Tanto haveria a dizer sobre este livro, o difícil é expressá-lo!
Este é um daqueles livros que foi difícil perceber se eu estava interessada ou não naquilo que lia. É verdade que me era difícil pousar o livro, pois os temas abordados são interessantes para mim e queria ver de que forma eles seriam colocados na história, no entanto, não dizia nada de novo e já não estou habituada a ler livros "com histórias" há muito tempo.
Não trouxe nada de novo, não foi uma leitura extraordinária, foi mais como uma história que, de alguma forma, foi reconhecida.
Para quem não conhece, vale a pena ler e acompanhar as tomadas de consciência de si mesmo que o autor nos vai relatando ao longo do livro.
Este é pequeno livro que nos fala da mente e dos seus processos, de como muitas vezes nos deixamos levar pelas enxurradas de pensamentos e de como procuramos domar estes últimos de formas muito pouco úteis ou benéficas para nós mesmos. Um livro com exemplos e exercícios práticos que o autor, o psicólogo Vítor Rodrigues, escreveu, em primeiro lugar, para ajudar os seus pacientes.
Após uma migração atribulada de sites e blog, voltei ao ar!
Tem sido frustante passar horas e horas de volta de linguagem php e não conseguir resolver nada devido a incompatibilidades de software.
Como me considero suficientemente... persistente , aqui estou de volta à vossa companhia!
Ainda sem música de fundo... com muitos erros de caracteres ao longo dos artigos (são muitos, acho que vou deixá-los assim)... e pequenos pormenores por melhorar... mas estou de volta para as minhas partilhas e devaneios!
Só falta resolver o problema da Lojinha do UL, pois nenhum link funciona. Bem... um de cada vez.
Tenho algo a reclamar à Junta de Freguesia de Corroios, pois concorri ao 11º Concurso de Fotografia (2008) e nÃo se deram ao trabalho de avisar os participantes sobre o andamento da carruagem!
Nunca tinha participado em concursos de fotografia - foi a primeira vez. Isto se excluirmos todas as Maratonas Fotográficas de Lisboa em que participei no passado, que em subjacente tinham sempre um concurso. Em relação às maratonas, sempre fui avisada de quando seriam as entregas de prémios, exposições e afins.
Neste concurso, de Corroios, já havia data e local para essas etapas, mas era de bom tom avisarem os participantes que iriam ter fotografias suas em exposição.
O próximo workshop que realizarei será em Lisboa, nos Anjos.
Deixo-vos a informação...
Este evento foi estruturado com base na minha experiência pessoal enquanto terapeuta e em diversas aprendizagens que foram sendo utilizadas e adaptadas a cada caso ao longo de oito anos de prática.
O workshop destina-se a todas as pessoas interessadas em ter um maior controlo de si mesmas.